Brasil tem 31.199 mortos por coronavírus, diz ministério

Foram 1.262 registros nas últimas 24 horas; o maior registro diário para o país desde o início da pandemia.

O Ministério da Saúde divulgou nesta terça-feira (2) seu mais recente balanço com os casos e mortes por complicações do coronavírus Sars-Cov-2. Os principais dados são:

  • 31.199 mortes, eram 29.937 na segunda (1º)
  • Foram 1.262 registros de morte incluídos em 24 horas
  • 555.383 casos confirmados, eram 526.447 na segunda
  • Foram incluídos 28.936 casos em 24 horas
  • 300.546 pacientes estão em acompanhamento (54,1%)
  • 223.638 pacientes estão recuperados (40,3%)

A alta nas contagens diárias após um fim de semana e uma segunda-feira de baixos registros de mortes acontece porque nestes dias, as notificações costumam ser menores, já que os municípios trabalham com equipes de saúde reduzidas.

O balanço da terça-feira registrou também 367 mortes que aconteceram nos últimos 3 dias. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, há mais 4.312 suspeitas que estão sob investigação.

Com esta contagem, o Brasil se junta a outros três países que ultrapassaram a triste marca dos 30 mil mortos. Está ao lado da Itália –que já foi o epicentro da doença na Europa–, do Reino Unido com uma das taxas de morte mais aceleradas do mundo e dos Estados Unidos que contam mais de 100 mil baixas.

Balanço por estados

O Ministério da Saúde divulgou também a distribuição dos casos e mortes por complicações do novo coronavírus (Sars-Cov-2) por estado brasileiro.

São Paulo se manteve como o estado com mais casos e mortes pela doença, são 118 mil confirmações e ao menos 7,9 mil mortes. Na terça, o estado teve recorde de novos casos e mortes por Covid-19 em apenas um dia, foram 327 mortes e 6.999 casos. A taxa de ocupação das UTIs voltou a subir e já ultrapassa os 85%.

O Rio de Janeiro é o segundo do país com mais casos e mortes: respectivamente 56 mil e 5,6 mil mortes.

Veja abaixo a distribuição dos casos e mortes por estado:

Balanço de casos e mortes por Covid-19 feito pelo Ministério da Saúde em 2 de junho — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

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