Caso Iarla: ex-tenente do Exército é condenado a 37 anos e quatro meses de prisão

Em um julgamento que durou quase 20h e terminou por volta de 4h desta quinta-feira (25/11), o ex-tenente do Exército José Ricardo da Silva Neto foi condenado a 37 anos e 4 meses de prisão pela morte da jovem Iarla Lima Barbosa.

 

 

 

 

 

 

O tribunal do júri foi realizada em Teresina em sessão presidida pelo juiz Antônio Noleto. José Ricardo foi condenado por feminicídio e duas tentativas de homicídio, conta a irmã de Iarla e uma amiga.

O réu atualmente está em Recife (PE) e participou do julgamento por vídeoconferêcia. O promotor José Ricardo atuou no caso.

Sobre o caso
A estudante Iarla Barbosa foi morta na madrugada do dia 19 de junho de 2017, após uma discussão com o acusado em frente ao Bar Bendito, na zona Leste de Teresina. Duas amigas que estavam com Iarla dentro do carro, junto com o ex-tenente, também foram feridas. José Ricardo chegou a se ferir na perna e foi submetido a cirurgia. Na época, ele era lotado no 2º Batalhão de Engenharia de Construção.

O feminicídio

A estudante Iarla Lima foi morta com quatro tiros na madrugada do dia 19 de junho de 2017. O corpo foi encontrado dentro do carro do oficial no estacionamento do prédio onde ele morava. A irmã de Iarla levou um tiro de raspão na cabeça, enquanto a amiga da vítima levou um tiro no braço.

De acordo com a investigação da polícia, a discussão do casal começou em um bar da zona Leste de Teresina, por ciúmes.  Após os primeiros disparos, Ilana conta que olhou para a irmã, já imóvel no banco do passageiro do carro. Foi neste momento que o tenente teria direcionado os tiros para as outras duas passageiras.

 

 

 

 

 

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