Entenda o socorro do governo aos Estados e saiba quanto cada um vai receber

São Paulo, Minas e Rio ficarão com quase 40% dos recursos

 

 

 

 

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), apresentou nesta quinta-feira o projeto de socorro a estados e municípios elaborado em conjunto com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O pacote prevê repasse de R$ 60 bilhões a estados e municípios.

O valor chega a R$ 120 bilhões, quando consideradas a suspensão do pagamento de dívidas e renegociações de empréstimos com bancos, inclusive internacionais. Veja abaixo, quanto cada estado receberá.

Como fica a divisão dos recursos

  • Dos R$ 60 bilhões anunciados, R$ 10 bilhões serão exclusivos para aplicação em saúde. O restante será livre para aplicação: R$ 25 bilhões para estados e R$ 25 bilhões para municípios. O critério de divisão levará em conta fatores como queda do ICMS, população e cota de participação no Fundo de Participação de Estados e Municíipios.

Veja como fica a partilha entre os estados:

  • São Paulo – R$ 5,513 bilhões
  • Minas Gerais – R$ 2,495 bilhões
  • Rio de Janeiro – R$ 1,673 bilhão
  • Rio Grande do Sul – R$ 1,621 bilhão
  • Paraná – R$ 1,430 bilhão
  • Bahia – R$ 1,390 bilhão
  • Mato Grosso – R$ 1,121 bilhão
  • Santa Catarina – R$ 959 milhões
  • Goiás – R$ 952 milhões
  • Pará – R$ 913 milhões
  • Pernambuco – R$ 898 milhões
  • Ceará – R$ 766 milhões
  • Maranhão – R$ 610 milhões
  • Espírito Santo – R$ 594 milhões
  • Amazonas – R$ 522 milhões
  • Mato Grosso do Sul – R$ 518 milhões
  • Distrito Federal – R$ 389 milhões
  • Paraíba – R$ 373 milhões
  • Rio Grande do Norte – R$ 368 milhões
  • Alagoas – R$ 344 milhões
  • Piauí – R$ 334 milhões
  • Rondônia – R$ 279 milhões
  • Sergipe – R$ 261 milhões
  • Tocantins – R$ 250 milhões
  • Acre – R$ 165 milhões
  • Amapá – R$ 134 milhões
  • Roraima – R$ 123 milhões

Por que o governo chegou a falar em R$ 130 bilhões?

  • Esse valor é a expectativa de economia com a suspensão de salários de servidores federais, estaduais e municipais. A medida foi apresentada como contrapartida para liberar a ajuda da União aos governos locais.

Ajuda total chega a R$ 120 bilhões

  • Além dos repasses diretos, a ajuda inclui um alívio por meio da suspensão do pagamento da dívida. A maior parte desses débitos já estão suspensos por decisão judicial. Ainda assim, representam um alívio de cerca de R$ 40 bilhões. O projeto do Senado inclui ainda a possibilidade de renegociação de dívidas com bancos nacionais e do exterior, com impacto de R$ 20 bilhões.
  • Com isso, são mais R$ 60 bilhões de impacto. Somados aos R$ 60 bilhões de transferências, o impacto total chega a R$ 120 bilhões.

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Globo

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