Usando um material elastômero sensível à luz, na forma de um cristal líquido, o grupo criou um objeto que se parece com uma lente de contato, mas que é capaz de “compreender” a luz que é emitida sobre ele e abrir ou fechar mais sua captação, assim como uma lente de câmera fotográfica faz.

Assim, a íris artificial usa técnicas de fotoalinhamento, com moléculas do cristal líquido ajustando sua direção de acordo com a iluminação recebida. A ideia é que, em um futuro próximo, ela possa ser usada como um dispositivo biomédico em implantes, evitando a necessidade de alguns transplantes de córnea. Basta ajustar a tecnologia para que ela entenda mudanças mais sensíveis de brilho e funciona sem problemas em ambientes aquosos.